Conheça os carros que “enxergam no escuro”

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Dirigir em condições de pouca luminosidade representa um grande risco de acidentes devido às limitações biológicas do olho humano, que enxerga mal nesse tipo de ambiente. Mas para esse tipo de situação existem equipamentos que visam minimizar os efeitos da falta de luz, como os faróis que através de iluminação artificial, tornam a pista e objetos mais visíveis. Porém, existem também, soluções tecnologicamente mais avançadas, que apesar de não substituírem as regulares auxiliam e aumentam ainda mais o campo de visão do motorista. Como as câmeras de sensores infravermelhos e térmicos, que possibilitam a visão noturna.

Como funcionam

Existem dois tipos de tecnologia utilizada nesses sistemas, as câmeras infravermelhas e térmicas, que ajudam a detectar objetos, pessoas e animais distantes em até 160 metros.

Nas câmeras infravermelhas é utilizada uma câmera com sensores comuns, como as câmeras usadas no dia a dia, entretanto é retirado o filtro que bloqueia a luz infravermelha naturalmente emitida e adicionado iluminadores infravermelhos (como aqueles que podem ser notados ao redor da lente em câmeras de segurança residencial) para aumentar o nível de detecção dos objetos pela câmera.

Já nas câmeras térmicas são utilizados sensores que detectam radiações térmicas, como ondas de rádio, raio X, luz infravermelha, entre outras.

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Autoliv Night Vision System

História

A Cadillac, em 2000 foi a primeira montadora a utilizar o sistema de visão noturna em um veículo de produção em série. O Cadillac Deville utilizava uma câmera térmica posicionada na grade frontal e projetava as imagens no para-brisa do carro, uma grande inovação para a época.

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Já a Toyota foi a primeira montadora a aplicar a tecnologia infravermelha em um veículo de produção em série em 2002 com o Toyota Landcruiser Cygnus e Lexus LX470 (divisão de luxo da marca).

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